sábado, 3 de abril de 2010

~~' O mundo do poeta


Não sou deste mundo
De máquinas, tecnoliga e poder.
Mundo de gente ególatra, que vive sem viver.
Não sou deste mundo imundo
E nem quero ser.

Sou de lugar nenhum,
De pensamentos, sentimentos e sorrisos.
Onde as flores perfumam o alvorecer
E quando necessário, o Sol pede licença,
Para deixar reinar o anoitecer.

Sou de lugar nenhum
E sempre aos meus vizinhos vou visitar,
Nos embriagamos com idéias e saber,
Vivemos de compartilhar.
A nossa festa é a busca do ser
E o trabalho é o pensamento lapidar.

A estrada para lugar nenhum
É muito fácil de encontrar.
Parte do âmago de cada um
E termina no exteriorizar.
-Dinely Borges-

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