quinta-feira, 11 de novembro de 2010

~~'Mãe Terra

Airosa esfera em que nasci
No teu ventre, Terra molhada,
Foi onde cresci.
Esse manto que também é morada,
Brota sabores onde planto
E rios, onde deixei cair meu pranto.

Esférico, corpo celeste
Tão bela é a tua imensidão.
Tudo o que me deste,
Até o pulsar do meu coração.
Aceita silenciosamente dividir a atenção.
De leste a oeste,
Sol e Lua chamam a atenção.

Quanta história em teu peito mora
E outras tantas, escondidas pra nunca se achar
Como uma flor que aflora
Sem ninguém admirar.

Gota de água no Universo
Menina dos olhos de meu ser
Escrevo em simples verso
Que nunca a vou esquecer.

E quando me calares
Ainda vou viver.
A lagarta que dorme nas árvores
Para borboleta amanhecer.

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