sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

~~'Linha do tempo - Dinely Borges


Sob o meu olhar infinito
A falácia humana.
Ainda sentido o gosto da cicuta
Em uma frágil linha tênue,
A mesma separando espaços longínquos.

Que a arrogância caminhe distante
E a vingança não encontre o seu preço,
Mesmo nas mentes errantes,
Faça-se submissa como se concedesse
A um último desejo.

Há de vir os tempos
Em que nada disso será necessário,
Desculpas serão palavras esquecidas.
Tudo hoje que é ofuscado pela cegueira da ignorância,
Encontrará o brilho dos dias melhores.

E antes que cerrem os meus olhos,
Olharei para a imensidão azul
Como tantas vezes antes fiz, e só assim
Terei a certeza de que não errei em meu discurso.

Sob o meu olhar infinito
Estará em nítida expressão
-A alegria de apenas existir-

Um comentário:

  1. Nossa anjo, que lindo isso!!!
    Profundo de mais!!
    Fikei sem palavras!!!
    PARABÉNS COM TDS AS LETRAS!

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